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Gaivotas na RiBeira

por ana, em 27.11.11


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Do meu jacarandá

por ana, em 27.11.11


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Frio

por ana, em 27.11.11
Anoitece. O cheiro das lareiras nas ruas desta vila-aldeia.

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O meu 1º Herberto Helder

por ana, em 23.11.11
Era uma vez um pintor que tinha um aquário com um peixe vermelho. Vivia o peixe tranquilamente acompanhado pela sua cor vermelha até que principiou a tornar-se negro a partir de dentro, um nó preto atrás da cor encarnada. O nó desenvolvia-se alastrando e tomando conta de todo o peixe. Por fora do aquário o pintor assistia surpreendido ao aparecimento do novo peixe.O problema do artista era que, obrigado a interromper o quadro onde estava a chegar o vermelho do peixe, não sabia que fazer da cor preta que ele agora lhe ensinava. Os elementos do problema constituíam-se na observação dos factos e punham-se por esta ordem: peixe, vermelho, pintor – sendo o vermelho o nexo entre o peixe e o quadro através do pintor. O preto formava a insídia do real e abria um abismo na primitiva fidelidade do pintor.Ao meditar sobre as razões da mudança exactamente quando assentava na sua fidelidade, o pintor supôs que o peixe, efectuando um número de mágica, mostrava que existia apenas uma lei abrangendo tanto o mundo das coisas como o da imaginação. Era a lei da metamorfose.Compreendida esta espécie de fidelidade, o artista pintou um peixe amarelo.

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Feriado em Gavião


Nasce Herberto Helder (1930)
Ler Poesia Toda de Herberto Helder (Assírio & Alvim, 1996). Por causa da poesia. Por causa das palavras e dos seus efeitos, quando atiradas ao fundo do espírito. Herberto Helder é um arquitecto. O corpo de cada poema eleva-se como sob o efeito de uma erupção vulcânica.E por de trás do rosto e da pele e da figura ele demonstra existirem uma infinidade de eixos tão surpreendentes como os que sustêm e ampliam o universo. E se depois esse corpo ou figura forem revestidos por uma linguagem luxuriante então, então a beleza ganha um particular sustento para o universo, para os leitores, para a estética, para cada de um vós que há anos saboreiam cada um dos seus poemas.

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Gaivota

por ana, em 20.11.11


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Do meu jacarandá e dos namoros

por ana, em 12.11.11


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tenho saudades de ir a Lisboa

por ana, em 11.11.11


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Sublinho porque gosto

por ana, em 09.11.11
Vejam

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MÁRCIA "A pele que há em mim"

por ana, em 07.11.11

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