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GOSTAR DE JANELAS

por ana, em 06.12.11



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4 comentários

De graça a 07.12.2011 às 15:55

E a trepadeira,que lhe farias?

De mfc a 07.12.2011 às 16:09

Linda... e sem dúvida que poderá contar muitas histórias!

De ana a 07.12.2011 às 22:32

a trepaderia é linda para quem tem dinheiro para mandar imperbeabilizar as paredes. Quem não tem é melhor mandar retirar.

De Nelson Reprezas a 10.12.2011 às 08:55

A trepadeira, por si, não sobrevive. Precisa de uma base de sustentação onde se firmar. Uma parece de casa, uma árvore, um poço, qualquer coisa que lhe mitigue as proprias fragilidades. O resultado é que causa prejuízos a quem a sustenta... não pode ser verdadeiramente considerada um predador, mas apenas porque não ataca e se limita a preservar a sua própria vida. Mas provoca fendas caríssimas nas paredes, destrói muros ou poços e abafa culturas, levando-as à morte. É conhecida uma trepadeira muito comum em países produtores de café, uma convulvolácea que se enrola no cafezeiro e irremediavelmente o asfixia. No tempo colonial, em Angola,as áreas de café «robusta», plantadas a esmo na mata sub-equatorial, indispensável para a produção de sombra, eram fatalmente atacadas pela tal comvulvolácea (comummente designada por «cordas») e era essa a principal tarefa dos «bailundos», contratados no Plananto Central por mor da escassez de mão de obra nas zonas de Uíge e que mais tarde serviu de mote a Rui Mingas, que cantava qualquer coisa como eles comerem «fuba podre, peixe podre e porrada se refilares», o que era uma falácia sem nome mas que a esquerda elegante gosta ainda hoje de trautear, muita dela sem sequer seber o que é a fuba... :))) o costume.

«Prontes», tirei um pouco do romantismo à tua trepadeira, mas apeteceu-me, por uma questão de rigor, escrever isto. E também poque gosto sempre de dismistificar o romantismo de esferovite que frequentemente emana desta blogoesfera :))))
Beijinho, Ana

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