Caros amigos
Nos meus 4 anos, passava férias na Ericeira. talvez por ser tão pequena só guardo duas memórias:
1. o brincar com um amigo meu, que ainda agora o é, no Parque de Santa Marta

2. Um concurso na Praia do Sul, anos 60 da Canadrady: deitavam garrafas da Canadradry ao mar (tinham dentro um papel com o nome do prémio correspondente). Os bons nadadores iam tentar trazê-las. Um dia, com o mar bravo, a minha irmã mais velha- que era uma boa nadadora- participou; mas o mar estava tão bravo que desistiu. O namorado lutou para apanhar uma garrafa para ela e conseguiu; lembro-me que saíu do mar ferido por o mar o ter atirado contra as rochas. Eu, que era uma catraia de 4-5 anos, e que já era uma romantica, achei que aquilo era o amor verdadeiro. Ainda hoje me lembro do cinzeiro que a minha irmã ganhou.
Quando adulta, e no começo a minha vida conjugal, descobri que a Ericeira era uma memória comum. A Ericeira tornou-se, para nós, um lugar de acender a chama do enamoramento e vamos lá de vez em vez.
A Ericeira tem pormenores deliciosos. Destaco:
1. Uma retrosaria que faz montras temáticas:
2. Uma discoteca cuja fachada é decorada de anos a anos. A que eu mais gostei foi desta:
![15659046_ZVq63[1].jpg 15659046_ZVq63[1].jpg](https://fotos.web.sapo.io/i/Bf5083299/21136416_nt9qF.jpeg)
3. Moradores com humor
Mas hoje em dia, quando vou à Ericeira, falta-me o Bóris:
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